Jornal Nova Geração

O Jornal Nova Geração publica nesta semana mais um Cafezinho com o NG. Neste espaço, empresários, políticos, lideranças e representantes de comunidades da área de cobertura do semanário relatam experiências e ações nos seus respectivos setores e em benefício de suas cidades. Nesta edição, destacamos o presidente da comissão organizadora da 12 Expowink, Airton José Horn, de 63 anos, que está à frente de uma das maiores feiras cmunitárias do Estado pela quinta edição. O evento ocorre desde 1997 na Linha Wink, na divisa entre Estrela e Teutônia. Horn é casado com Ligia e tem duas filhas, Ana Rita e Vanessa Camila.

ENTREVISTA:

Jornal NG – O senhor presidente a Expowink pela quinta edição consecutiva. Por que aceitou este desafio?

Airton José Horn: Sou agricultor, minhas principais atividades são a produção de leite e suínos. Aprendi com meu pai a cuidar da propriedade e faço isso com muita dedicação. Também apredi com ele a ter uma vida em comunidade, de ajudar, de fazer algo pelos outros. Quando fui convidado para trabalhar pela Expowink não imaginei que ficaria tanto tempo como presidente. Mas como querem que eu permaneça, vou ficando (risos). Ao olhar para trás, fico feliz em ver tudo que a comunidade da Wink já conquistou com o trabalho de todos que se envolvem com o evento, além de outras iniciativas.

Jornal NG – Além da Expowink, em que outras entidades comunitárias o senhor já atuou?

Airton José Horn: Por nove anos fui presidente a Associação de Água, integrei o Clube de Futebol da Winck e sempre estive envolvido nas diretorias da comunidade. Depois que a gente faz um trabalho e percebe os resultados, é muito bom. Todos ganham. Não faço só por mim e minha família, mas por cada um que quer ver a nossa comunidade crescendo e contando com o que os moradores precisam.

Jornal NG – O que o senhor tira de lição dessas atividades comunitárias?

Airton José Horn: A gente aprende muito. No caso da Expowink, tem uma comissão muito trabalhadora e competente. Tudo funciona bem e precisa ser assim para que a programação aconteça. Nínguém faz nada sozinho. E essa parceria é muito positiva. É um grande apendizado. O evento também possibilita situações que nem imaginamos, como conhecer diferentes pessoas e lugares nas visitas para entrega dos convites. São grandes oportunidades para troca de experiências.

Jornal NG – O que é mais difícil na tarefa de comandar um evento que cresce a cada nova edição?

Airton José Horn: Eu não tenho muito estudo e isso atrapalha um pouco. Mas a gente se esforça para dar conta. Por isso, também contamos com pessoas qualificadas nos diferentes setores. Temos, posso dizer, um presidente em cada área da Expowink, pois são pessoas que conhecem o que fazem e têm autonomia para executar cada tarefa. Assim tudo funciona.

Jornal NG – Ao que o senhor atribui o sucesso da Expowink?

Airton José Horn: Principalmnte, à força de vontade e à honestidade da comunidade da Wink. As pessoas que se envolvem fazem pela comunidade e é muito gratificante ver o nosso Centro Comunitário lotado, com as pessoas conferindo os estandes dos expositores e se divertindo com as atrações. Na última edição, recebemos em três dias cerca de 20 mil visitantes e o lucro tem como destino a reforma da Igreja Católica, que só não foi executada ainda por causa da pandemia.

Jornal NG – O que é possível adiantar em relação a 12 Expowink, marcada para 2022?

Airton José Horn: A pandemia também não permitiu a realização do evento neste ano. A programação vai ficar para o ano que vem, ainda não sabemos se em setembro ou outubro. A expectativa é promover mais um grande evento, com um show nacional. Mas, por enquanto, são apenas ideias.

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